terça-feira, 6 de novembro de 2007

Não Tremam

Os que nos governam,
São uns chulos!
Parasitas da sociedade!
Vocês, não tremam!
Nem andem aos pulos...
Porque isto é verdade!
Do triste salário...
Não pode viver
O pobre operário...
Terá que recorrer,
Ao vencimento da mulher...
Para os filhos sustentar.
Enquanto uns vivem
À grande e à francesa...
E na televisão, até sorriem,
Outros morrem... à portuguesa!

O que é, morrer à portuguesa?
Todos sabem com certeza...
Que muitos dos medicamentos,
Deixaram de ser comparticipados.
Pela ministra Beleza,
Se teriam ou não aumentos.
Na farmácia, é preciso pagar.
Sem salário, sem dinheiro...
Os medicamentos podem esperar...
Chame-se então o coveiro,
Pró pobre operário enterrar.

1 comentário:

Denise Figueiredo disse...

um cemitério globalizado
estão a invertar
Mata novo, mata velho
è só o governo atirar


Realmente estão jogando o trabalhador em covas rasas, amei sua poesia, segue nessa visão.