Sol, gosto de sentir o teu vigor...
És a minha fonte de energia!
Só tu fazes-me sentir o calor...
Dentro do peito de noite ou de dia!
Tu és a bela estrela celeste!
Longe, lá no alto, no firmamento...
Iluminas o amor que me deste...
Para eu amar a todo o momento!
De manhã quando nasces imponente!
Raios de luz espalham o infinito...
Sobes no horizonte,és o sol- nascente!
Rodas, vais descendo no sol-poente...
Então firmemente, clamo meu grito...
Sol, tu dás a vida a muita gente!
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Saudades tuas
Quando voltas? Tudo sem ti fica tão escuro...
Apenas sinto uma penumbra dentro de mim!...
Uma tristeza enorme e recordações sem fim...
De um sentimento forte, de um amor puro!
Quando voltas? vem por terra ou pelo ar!
Trás-me todas as tuas venturas por favor...
Vem... atravessa esse longinquo mar!...
Para fortalecer ainda mais, este nosso amor!
Apenas sinto uma penumbra dentro de mim!...
Uma tristeza enorme e recordações sem fim...
De um sentimento forte, de um amor puro!
Quando voltas? vem por terra ou pelo ar!
Trás-me todas as tuas venturas por favor...
Vem... atravessa esse longinquo mar!...
Para fortalecer ainda mais, este nosso amor!
terça-feira, 15 de julho de 2008
Mensagem
Recebi sua comunicação
Que entrou dentro de meu coração...
Como se fora um grande impacto!
Lhe peço que me dê o seu contacto,
P'ra que sua voz possa eu ouvir...
Fico muito feliz de a sentir!...
No meu ouvido você sussurrando...
-Tá faltando pouco, estou chegando!
P'ra mim era uma grande alegria!...
Que entrou dentro de meu coração...
Como se fora um grande impacto!
Lhe peço que me dê o seu contacto,
P'ra que sua voz possa eu ouvir...
Fico muito feliz de a sentir!...
No meu ouvido você sussurrando...
-Tá faltando pouco, estou chegando!
P'ra mim era uma grande alegria!...
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Duvida
O amor, é como uma flor
Que deixa no ar seu perfume!
Arde no peito como lume...
Consome tudo ao seu redor...
Por um lado, ainda é melhor...
Para acalmar a grande dor,
Adevinda desse sentimento!
Óh meu amor,meu doce carinho...
Onde você anda neste momento?
Será que em seu coração...
Sedento de carícia, de paixão...
Pra mim inda tem um cantinho?
Me responda por favor...
Que deixa no ar seu perfume!
Arde no peito como lume...
Consome tudo ao seu redor...
Por um lado, ainda é melhor...
Para acalmar a grande dor,
Adevinda desse sentimento!
Óh meu amor,meu doce carinho...
Onde você anda neste momento?
Será que em seu coração...
Sedento de carícia, de paixão...
Pra mim inda tem um cantinho?
Me responda por favor...
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Saudades
Tenho saudades dos teus poemas...
Frases lindas que são teoremas!
Esvoaçam no ar como um açor,
Espraiando-se ao sabor dos ventos!
Belas frases que em todos os momentos...
São constantes, nos falando de amor!
Frases lindas que são teoremas!
Esvoaçam no ar como um açor,
Espraiando-se ao sabor dos ventos!
Belas frases que em todos os momentos...
São constantes, nos falando de amor!
quarta-feira, 7 de maio de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
Maria Angelina
És a árvore que sustenta...
Toda a alquimia do amor!
Aquela estrela cadente, atenta
Em tudo o que passa ao redor...
Para mim seria muito melhor...
Ter você, como uma flor!
Para te poder ter e amar.
És aquela mulher a quem se diz:
Deixa-me contigo na vida ser feliz!
Só a ti no mundo te quero beijar!...
Meu amor... meu amor... por ti fico a esperar!
Toda a alquimia do amor!
Aquela estrela cadente, atenta
Em tudo o que passa ao redor...
Para mim seria muito melhor...
Ter você, como uma flor!
Para te poder ter e amar.
És aquela mulher a quem se diz:
Deixa-me contigo na vida ser feliz!
Só a ti no mundo te quero beijar!...
Meu amor... meu amor... por ti fico a esperar!
sábado, 19 de abril de 2008
Vida de Artifício
A vida de artifício,
Balofa como um balão,
Não vale o sacrifício
Dos que lutam com paixão.
Por melhores dias, luta ele
Porque tem bom coração!
Também lhe toca na pele,
A desenfreada exploração
Que outros estão a mover,
Dos pés até aos artelhos...
De pé mais vale morrer,
Do que viver de joelhos!
Esta é a grande lição
Que a vida nos ensina,
Sendo esta a triste sina...
Viver a vida sem tostão!
Outros nos estão a mover,
Planos bem sinistros...
Fazendo o povo sofrer...
O Conselho de Ministros.
Balofa como um balão,
Não vale o sacrifício
Dos que lutam com paixão.
Por melhores dias, luta ele
Porque tem bom coração!
Também lhe toca na pele,
A desenfreada exploração
Que outros estão a mover,
Dos pés até aos artelhos...
De pé mais vale morrer,
Do que viver de joelhos!
Esta é a grande lição
Que a vida nos ensina,
Sendo esta a triste sina...
Viver a vida sem tostão!
Outros nos estão a mover,
Planos bem sinistros...
Fazendo o povo sofrer...
O Conselho de Ministros.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Para vc minha querida
Para vc minha querida!
Não me faça mais sofrer...
Estou quase a enlouquecer...
Pela sua ausencia e mim,
Desta vida tão sofrida...
Quero que seja só minha...
Venha comigo casar...
Para eu te poder dar...
A minha humilde casinha
Para nela vivermos até ao fim!
Vem amor de minha vida!
Não me faça mais sofrer...
Estou quase a enlouquecer...
Pela sua ausencia e mim,
Desta vida tão sofrida...
Quero que seja só minha...
Venha comigo casar...
Para eu te poder dar...
A minha humilde casinha
Para nela vivermos até ao fim!
Vem amor de minha vida!
quinta-feira, 6 de março de 2008
Últimas quadras a um grande amigo
O Dr. João Seiça Neves, era um ilustre advogado da praça de Aveiro. Eramos muito amigos, ia visitá-lo várias vezes, falavamos de questões sociais: da pobreza, da riqueza, da corrupção, enfim, de tudo um pouco.
Um dia disse-me ele: - Zé! um dia quando morreres, quero te fazer a maior alocução no cemitério, és uma pessoa que sempre admirei!
Respondi-lhe: - Obrigado João, eu a ti farei duas quadras de despedida...
Um dia recebi a triste notícia que tinha falecido vítima de acidente na Auto Estrada de Lisboa, na zona de Santarém. Foi terrível essa notícia. No funeral, apenas tinha um pequeno bloco de folhas A5, escrevi:
O sentimento é algo que perdura,
Em conjunto com a saudade...
O meu último adeus de ternura,
Da nossa eterna amizade!
Defendias os pobres com justiça,
Da ira dos corruptos...da tirania
Desta democracia postiça;
Que se vive no constante dia a dia.
Paz à tua alma! Meu camarada, meu amigo!
Um dia disse-me ele: - Zé! um dia quando morreres, quero te fazer a maior alocução no cemitério, és uma pessoa que sempre admirei!
Respondi-lhe: - Obrigado João, eu a ti farei duas quadras de despedida...
Um dia recebi a triste notícia que tinha falecido vítima de acidente na Auto Estrada de Lisboa, na zona de Santarém. Foi terrível essa notícia. No funeral, apenas tinha um pequeno bloco de folhas A5, escrevi:
O sentimento é algo que perdura,
Em conjunto com a saudade...
O meu último adeus de ternura,
Da nossa eterna amizade!
Defendias os pobres com justiça,
Da ira dos corruptos...da tirania
Desta democracia postiça;
Que se vive no constante dia a dia.
Paz à tua alma! Meu camarada, meu amigo!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Severa
Na cidade
À noitinha,
No canto
Da viela,
A saudade,
Só tinha
Encanto
Para ela!
Da minha
Janela
Ouvia
O canto
Da Severa!
A guitarra,
Gemia
De pranto...
E com encanto
De alegria
Que tivera...
Fez uma farra!
Co'a guitarra,
A euforia
Era tal,
Que em Portugal
Se sentia
Com alegria,
O fado da Severa!
À noitinha,
No canto
Da viela,
A saudade,
Só tinha
Encanto
Para ela!
Da minha
Janela
Ouvia
O canto
Da Severa!
A guitarra,
Gemia
De pranto...
E com encanto
De alegria
Que tivera...
Fez uma farra!
Co'a guitarra,
A euforia
Era tal,
Que em Portugal
Se sentia
Com alegria,
O fado da Severa!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
A Luta do Trabalhador
Nesta vida desgraçada
D'um povo descontente
Que na vida não tem nada...
E vive numa miséria premente.
O salário não dá
P'ró sustento dos filhos,
Por isso dá cadilhos,
Quando se quer pão e não há!...
Digo isto do coração...
O povo tem direito,
De viver com respeito,
Com menos exploração!
Quando se pede um pão,
A fome se deve mitigar...
Mas os ricos nada dão!...
Mandam o pobre trabalhar.
D'um povo descontente
Que na vida não tem nada...
E vive numa miséria premente.
O salário não dá
P'ró sustento dos filhos,
Por isso dá cadilhos,
Quando se quer pão e não há!...
Digo isto do coração...
O povo tem direito,
De viver com respeito,
Com menos exploração!
Quando se pede um pão,
A fome se deve mitigar...
Mas os ricos nada dão!...
Mandam o pobre trabalhar.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Determinação
Se eu durmo não vejo.
Se vejo, posso pecar
Por ver o que desejo...
Sem poder alcançar!
O melhor é não dormir,
Para tentar agarrar,
Tudo o que conseguir
Sem ao pecado se olhar...
Se vejo, posso pecar
Por ver o que desejo...
Sem poder alcançar!
O melhor é não dormir,
Para tentar agarrar,
Tudo o que conseguir
Sem ao pecado se olhar...
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Dia dos Namorados
São Valentim... São Valentim...
Não olhes assim para mim...
Nem falaste com minha amada,
Ela'inda está no Japão
Eu com a seta no coração...
Contigo ela ficou zangada!...
Por não teres feito nada,
Nem ao menos uma aproximação...
Da distancia que nos separa
Que faz sofrer nosso coração!
São Valentim, peço por favor
Que cuides deste nosso amor!
Não olhes assim para mim...
Nem falaste com minha amada,
Ela'inda está no Japão
Eu com a seta no coração...
Contigo ela ficou zangada!...
Por não teres feito nada,
Nem ao menos uma aproximação...
Da distancia que nos separa
Que faz sofrer nosso coração!
São Valentim, peço por favor
Que cuides deste nosso amor!
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Dia dos Namorados
São Valentim...São Valentim...
Não olhes assim para mim...
Nem falaste com minha amada,
Ela, ainda está no Japão...
Eu, com a seta no coração...
Contigo ela ficou zangada!...
Não olhes assim para mim...
Nem falaste com minha amada,
Ela, ainda está no Japão...
Eu, com a seta no coração...
Contigo ela ficou zangada!...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Uma conversa no combóio
Em Portugal, deu-se o 25 de Abril porque o povo vivia muito mal com baixos salários e uma política salazarista. O povo veio para a rua comemorar o grande facto histórico, de cravos na mão. Nas armas dos soldados, foi colocado um cravo rubro e assim ficou conhecida a "Revolução dos Cravos". A direita, mete o rabo entre as pernas e tenta se organizar, enquanto o povo vivia na euforia da Revolução. Foram criados vários partidos,todos eles se diziam democratas. Quando houve pela primeira vez eleições para a Assembleia da República,o Partido socialista, aproveita-se do nome (socialista)e ganha as eleições. Mais tarde, o seu secretário geral, mete o socialismo na gaveta, e começa numa luta desenfreada contra a Central Sindical C. G. T. P. IN, tem até o desplante de dizer que queria partir a C.G.T.P., pela coluna dorsal, era uma espinha que lhe estava atravessada na garganta.
Os trabalhadores começam a perder regalias sociais, a partir do 1º Governo Constitucional, durante quatro anos. Há novas eleições. Quem ganha é o partido social democrata, PPD. A política deste partido é análoga à do anterior porque eles são irmãos gêmeos politicamente. A luta dos trabalhadores continuava, um dia quando eu regressava de uma reunião da estrutura sindical a que pertencia, dentro do combóio, comecei a falar sobre a política desastrosa do governo, com um sujeito que ia sentado na minha frente, quando cheguei a casa, transcrevi a conversa com este poema:
Uma verdade vou contar,
De combóio a viajar,
Vinha um ilustre senhor
que falava de opressões
Em empresas do sector
Das nacionalizações!
Que o Governo não perdoava,
A quem na esquerda militava.
Por tantanto, tinha que pôr
Um sujeito em cada sector,
Para de perto o vigiar,
Pró falso passo que desse,
Ao trabalhador metesse
Um processo diciplinar.
Na verdade se vê,
Elementos do P.P.D.
Colcados em ponto chave,
Prós trabalhadores controlar
Nas greves a efectuar
Mas os trabalhadores convencidos,
Não se devem dar por vencidos...
E fazer com que ele dali cave.
De promessas estamos fartos
De traidores baratos
Que nos querem adormecer...
É preciso se estar atento...
Pra que não venha nenhum nojento,
Despedir quem lhe apetecer!
Os trabalhadores começam a perder regalias sociais, a partir do 1º Governo Constitucional, durante quatro anos. Há novas eleições. Quem ganha é o partido social democrata, PPD. A política deste partido é análoga à do anterior porque eles são irmãos gêmeos politicamente. A luta dos trabalhadores continuava, um dia quando eu regressava de uma reunião da estrutura sindical a que pertencia, dentro do combóio, comecei a falar sobre a política desastrosa do governo, com um sujeito que ia sentado na minha frente, quando cheguei a casa, transcrevi a conversa com este poema:
Uma verdade vou contar,
De combóio a viajar,
Vinha um ilustre senhor
que falava de opressões
Em empresas do sector
Das nacionalizações!
Que o Governo não perdoava,
A quem na esquerda militava.
Por tantanto, tinha que pôr
Um sujeito em cada sector,
Para de perto o vigiar,
Pró falso passo que desse,
Ao trabalhador metesse
Um processo diciplinar.
Na verdade se vê,
Elementos do P.P.D.
Colcados em ponto chave,
Prós trabalhadores controlar
Nas greves a efectuar
Mas os trabalhadores convencidos,
Não se devem dar por vencidos...
E fazer com que ele dali cave.
De promessas estamos fartos
De traidores baratos
Que nos querem adormecer...
É preciso se estar atento...
Pra que não venha nenhum nojento,
Despedir quem lhe apetecer!
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Minha Aldeia
Em 1960 estava eu na Marinha de Guerra.Um aldeão que saiu de sua terra pela primeira vez, se mudou para a grande cidade de Lisboa, cumprindo aí o serviço militar na Armada Portuguesa.
As saudades foram crescendo...até que escrevi este poema:
.
Vale mais a aldeia onde nasci,
Do que todas as cidades de Portugal,
Foi lá onde a pouco e pouco cresci,
No meio daquele maravilhoso pinhal!
.
Onde a maldade quase não existe,
Mas cá em Lisboa, já é triste
Se viver com a saudade de alguém.
Há qualquer coisa que se adora,
De noite, de dia, de hora a hora...
O pensamento fixa-se em Gondarém.
.
Ó minha querida aldeia,
Porque te deixei eu ficar?
Porque deixei teus arvoredos,
Que conheciam os meus segredos,
Desde o último ao primeiro?
Seria por mera fantasia,
Que eu num belo dia,
Vesti uma farda de marinheiro?
Não, fantasia não pode ser,
Porque vim para a marinha,
Simplesmente por vontade minha,
Para a minha cultura desenvolver!
As saudades foram crescendo...até que escrevi este poema:
.
Vale mais a aldeia onde nasci,
Do que todas as cidades de Portugal,
Foi lá onde a pouco e pouco cresci,
No meio daquele maravilhoso pinhal!
.
Onde a maldade quase não existe,
Mas cá em Lisboa, já é triste
Se viver com a saudade de alguém.
Há qualquer coisa que se adora,
De noite, de dia, de hora a hora...
O pensamento fixa-se em Gondarém.
.
Ó minha querida aldeia,
Porque te deixei eu ficar?
Porque deixei teus arvoredos,
Que conheciam os meus segredos,
Desde o último ao primeiro?
Seria por mera fantasia,
Que eu num belo dia,
Vesti uma farda de marinheiro?
Não, fantasia não pode ser,
Porque vim para a marinha,
Simplesmente por vontade minha,
Para a minha cultura desenvolver!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Para Ti Minha Querida
Imagino e não te vejo
Doce amor, meu botão de rosa!
Tantos anos a viver com ensejo
De te encontrar, linda e formosa.
Sem saber onde te encontrar,
Tanta dor por mim sofrida...
Peço-te para me perdoar,
Minha flor amada querida...
Do amor que não te pude dar,
Da necessidade por ti sentida...
Amor, comigo poderás contar
Para o resto de minha vida!
Doce amor, meu botão de rosa!
Tantos anos a viver com ensejo
De te encontrar, linda e formosa.
Sem saber onde te encontrar,
Tanta dor por mim sofrida...
Peço-te para me perdoar,
Minha flor amada querida...
Do amor que não te pude dar,
Da necessidade por ti sentida...
Amor, comigo poderás contar
Para o resto de minha vida!
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